Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017
Clima seco irrita os olhos das crianças.

Clima seco irrita os olhos das crianças.

 
 

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Veja alguns de nossos artigos publicados
 
 

Pequenos cuidados com a saúde dos olhos nos tempos de seca evitam problemas graves.

Dr. Léo Carvalho explica o porquê e como se previnir de infecções e alergias incômodas causadas pelo tempo seco.

Tempos de ar seco requerem um cuidado extra, principalmente com a saúde dos olhos, que muitas vezes passa desapercebida.  A falta de umidade do ar leva à secura da lágrima e da lubrificação dos olhos, diminuindo a eficácia da defesa própria dos mesmos contra possíveis bactérias.

“A conseqüência do ar seco pode levar a alergias, infecções oculares e conjuntivites, devido também, à grande concentração de poluição no período”, explica Dr. Léo, oftalmologista fundador da conceituada
Clínica dos Olhos.

Diante de tal situação, o que fazer para que o quadro não se instale? Qual a prevenção ideal?

É tão simples quanto importante: “As pessoas devem continuar usando os óculos de sol com lentes UVA e UVB, lavar os olhos com soro fisiológico gelado e usar colírios lubrificantes”, prescreve o especialista, salientando que a receita de um oftalmologista é essencial, e que não deve-se automedicar, uma vez que alguns colírios que contém antibiótico ou corticóide podem desencadear problemas como glaucoma e catarata.

 
 

Vida de executivo - Cuidados ajudam a manter a saúde ocular na era digital

Dr. Leo Carvalho apresenta dicas para profissionais dependentes do uso de aparelhos eletrônicos, que já é maioria esmagadora da populção.

Saber como a saúde está e preocupar-se com ela regularmente é imprescindível para qualquer carreira. Com a saúde dos olhos não é diferente. A visão é um dos fatores principais para o exercício da profissão, seja ela qual for.

Segundo o médico oftalmologista Dr. Leo Carvalho, prevenção ainda é o melhor instrumento para a boa visão. “Algumas atitudes e procedimentos básicos no ambiente profissional podem ajudar – e muito – na saúde dos olhos”, afirma o médico, que preparou algumas dicas para diminuir o impacto da era digital, afinal, o computador veio pra ficar na mesa e nos olhos de praticamente qualquer profissional do mercado de trabalho.

 

 


 Na era Digital


- Posicione o monitor para baixo do nível do olhar.
- Sempre manter a iluminação adequada no ambiente de trabalho.
- No dia-dia, prefira óculos às lentes de contato.
- Use corretamente as lentes de contato e use lágrimas artificiais com a orientação de seu oftalmologista.

- A visão é o pilar da sua saúde física e psicológica. Priorize visitas ao oftalmologista sempre que sintomas oculares forem percebidos.
- Descanse seus olhos de tempos em tempos no decurso do trabalho

 

 


Pesquisas recentes apontam a possível ocorrência de novas patologias na era digital. Há mais de 100 diagnósticos de olho vermelho (inflamação, alergias, olho seco, etc). A área de Telemarketing é um exemplo desta nova era, onde "olhos secos" são cada vez mais diagnosticados.

Uma visita anual ao Oftalmologista faz parte do check up anual de profissionais de qualquer categoria.

 

FONTE: IMPRENSA

 

 
 

A importância da inclusão dos deficientes visuais no mercado de trabalho

Como as empresas podem ajudar e ganhar ao investir em profissionais portadores de necessidades especiais.

Estima-se, só no Brasil, 1,1 milhão de cegos e cerca de 4 milhões de pessoas portadoras de deficiências visuais sérias. Para os doutores Luis Gustavo Ribeiro e Leo Carvalho, da Clínica de Olhos http://www.clinicadeolhos.org, conhecer e definir a pessoa portadora de deficiência física do ponto de vista médico, social e profissional é uma tarefa multidisciplinar que não se restringe apenas aos profissionais internos da área de saúde, porém também aos administradores das empresas.


“É a área de desenvolvimento pessoal que deve dar as cartas. Ela é a responsável pelo potencial humano, competente para promover as habilidades de cada profissional, qualquer que seja ele”, enfatiza o oftalmologista Leo Carvalho.

“Sistemas e procedimentos internos que permitam o desenvolvimento de habilidades do portador de deficiência devem ser desenvolvidos e otimizados na estrutura empresarial”, aponta Dr. Luis Gustavo. Por outro lado, é necessário conhecer qualificações, para que a atuação do deficiente visual seja de interesse na empresa. “Ele deve ser, como qualquer outro, um profissional competente”, conclui o médico.

 Quando a empresa se compromete com causas nobres, como a inclusão social, além de estar contribuindo para uma realidade mais justa, lucra com a mão de obra de pessoas determinadas a vencer na vida, independente de qualquer aparente limitação.

 

FONTE: IMPRENSA

 
 

Revista Caras

Como é uma época de conjuntivite, cuidado, não passe a mão nos olhos.

 
 

Programa REVISTA +

Programa Revista - De segunda a sexta, das 14:00 as 15:00hs ao vivo. Apresentação: Isabelle Stein 

 
     

A Deficiência está nas Empresas

Existem mais de 600 mil cegos no mundo. E mais de um milhão de outros profissionais com deficiência parcial da visão. 
 
Para avançar na questão “integração do deficiente visual” no mercado de trabalho, é necessário mudar o foco da análise atual vigente que analisa a deficiência sob um ponto de vista restritivo.
 
De acordo com os doutores Luis Gustavo Ribeiro e Leo Carvalho da Clínica de Olhos, conhecer e definir a pessoa portadora de deficiência do ponto de vista médico, social e profissional é uma tarefa multidisciplinar, cuja gestão se dá não pelos profissionais internos da área de saúde, mas pelo sistema de gerenciamento do capital humano: os administradores das empresas.
 
“É a área de Desenvolvimento de Pessoal que deve dar as cartas”, diz o doutor Leo Carvalho. “É ela a responsável pelo potencial humano e a área competente para promover as habilidades de cada profissional, qualquer que seja ele”.
 
“Sistemas e procedimentos internos que permitam o desenvolvimento de habilidades do portador de deficiência devem ser desenvolvidos e otimizados na estrutura empresarial”, conclui Luis Gustavo “Por outro lado, é necessário conhecer qualificações, para que a atuação do deficiente visual seja de interesse na empresa. “Ele deve ser, como qualquer outro, um profissional competente”. 
 
A ótica das restrições é uma postura antiquada; é exatamente o que não deveria existir num cenário empresarial moderno.
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Acidentes de Trânsito e Visão

OS acidentes de trânsito são a segunda causa de morte violenta no Brasil. Como e quanto os problemas de visão podem ajudar nesse índice?